sábado, 20 de agosto de 2011

TENDE FÉ EM DEUS



"E Jesus, respondendo, disse-lhe: tende fé em Deus" Marcos, 11:12



Bastas vezes, as dificuldades na concretização de um projeto elevado se nos afiguram inamovíveis.

Começamos por reconhecer-lhes o peso inquietante e estimáveis companheiros acabam por destacar-nos que é preciso renunciar ao bem que pretendemos fazer.

Tudo, aparentemente, é obstáculo intransponível...

Mas Deus intervém e uma porta aparece.

Há circustâncias, nas quais o problema com que somos defrontados, numa questão construtiva, é julgado insolúvel.

Passamos a inquietar-nos e, não raro, especialistas no assunto comparecem junto a nós, apontando-nos a impraticabilidade da solução.

As obscuridades crescem por sombras indevassáveis...

Mas Deus interfere e desponta uma luz.

Em certas ocasiões, uma pessoa querida, ao perturbar-se de chofre, fornece a impressão de doente irrrecuperável.

Afligimo-nos ao vê-la assim em desequilibrío e, quase sempre, observadores amigos comentam a inexequibilidade de qualquer melhoria, induzindo-nos a largá-la ao próprio infortúnio.

Avoluma-se a prova que lembra angústia inenarrável...

Mas Deus determina e surge um remédio.

Ocorrem-te no mundo as mesmas perplexidades, em matéria de saúde, família, realizações.

Salientam-se fases de trabalho em que a luta é suposta invencível, com absoluto desânimo daqueles que te rodeiam, mas Deus providencia e segues, tranquilo, à frente.

Por mais áspera a crise, por maior a consternação, não percas o otimismo e trabalha, confiante.

Oucamos, nós todos, a indicação de Jesus:

- "Tende fé em Deus".



Emmanuel

Do livro: Palavras de Vida Eterna

sábado, 30 de julho de 2011

QUANTA LUZ

NOVO LOGOTIPO DA CASA ESPÍRITA JOÃO GHIGNONE


A Casa Espírita João Ghignone agora tem um logotipo, que foi aprovado pelo Conselho Diretor na última reunião, ocorrida em julho/2011.

A arte foi desenvolvida pela trabalhadora Giovana Aparecida da Silva.

Segundo Giovana, "as letras do logotipo são uma forma abreviada de Casa Espírita João Ghignone: C E J G H I."

As flores: "O nome dessa flor é Sempre-viva. Há várias espécies desta no Brasil, mas essa de tons amarelados foi escolhida com o propósito de representar o Pentateuco Espírita: O Livro dos Espíritos; O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese."

O sustentáculo: "As Bases que sustentam os estudos e os trabalhos do CEJGHI é o Pentateuco Espírita. Por isso a Casa Espírita João Ghignone segue à luz do Espiritismo."

A sempre-viva: "A simbologia da Sempre-viva é muito interessante, pois ela representa imortalidade, eternidade e mansidão. Essa flor mesmo depois se ser arrancada não murcha, permanecendo viva e imortal. E a palavra imortalidade mantém uma ligação direta com todos nós, espíritos imortais, no tentame de todos os dias evoluírem um pouco mais sobre a perspectiva espírita."

Apesar da Giovana alegar que não percebeu o simbolismo, a parede de tijolos do fundo representam a fachada da Casa Espírita João Ghignone.

Parabéns à Giovana pelo trabalho desenvolvido.

domingo, 17 de julho de 2011

VIVER COM ALEGRIA

Saúda o dia nascente com alegria de viver aureolada pela gratidão a Deus.
Cada novo dia é abençoada oportunidade de crescimento espiritual e de iluminação interior.
Atravessar o rio dos problemas de uma hora para a outra margem, onde se encontram as formosas atividades de engrandecimento moral, é a tarefa inteligente da pessoa que anela pela conquista da felicidade.
Quando se abre a mente e o coração à alegria, é possível descobri-la em toda parte, bastando olhar-se para a Vida, e ei-la jubilosa...
Quando se adquire a consciência da responsabilidade, de imediato sente-se que se é livre, mas essa liberdade é sempre conquistada pela ação que se converte em bênção de amor.
Somente através do amor é que o ser humano pode considerar-se realmente livre de todas as amarras, mesmo que essa aquisição seja lograda, de alguma forma, através do sofrimento.
O sofrimento faz mal, no entanto, não é um mal, porque oferece os recursos valiosos para a aquisição do bem permanente.
Eis porque o trabalho de qualquer natureza deve ser realizado com o sentimento do amor, o que equivale a uma postura de liberdade em ação.
Quando o amor não está presente no sentimento, a alegria não se enfloresce, porque permanece sombreada pelas dúvidas e suspeitas, porquando somento através do amor é que se adquire a perfeição, em face dos mecanismos de ação que movimenta.
Pessoas existem que afirmam não poderem amar porque não compreendem o seu próximo, tendo dificuldade em aceitá-lo conforme é. A questão, no entanto, é mais sutil, e deve ser formulada nos seguintes termos: porque não ama, torna-se difícil compreender, em razão dos seus caprichos egoísticos que dificultam a bondade em relação aos outros.
Quando o amor se instala, a alegria de viver esplende como resultado da própria alegria de ser consciente.
A alegria não é encontrada em mercados ou farmácias, mas nos recônditos do coração que sente e ama, favorecendo-lhe o surgimento como um contínuo amanhecer.
Basta que se lhe ausculte a intimidade, e e-la triunfante sobre a noite das preocupações.
Em realidade, viver com alegria não impede a presença dos sofrimentos que fazem parte do processo de evolução. Pelo contrário, é exatamente por serem compreendidos como indispensáveis que proporcionam satisfação e bem-estar.
Sempre que possível expressa a tua alegria de viver.

(...)

Alguém que cultiva a alegria de viver já possui um tesouro.
Esparze-o onte te encontres e oferta-o a quem se te acerque, tornando mais belo o dia-a-dia de todos os seres com o sol do teu júbilo.
Se já encontrastes Jesus, melhor razão tens para a alegria, porque envolto na Luz do Mundo, nenhuma sombra te ameaça.
Serás, ao longo da vilegiatura carnal, o que te faças a cada instante, conforme o és, resultado do que fizeste.
Alegra-te com a vida que desfrutas e agradeces sempre a Deus a glória de saber e de amar para agir com acerto.

Joana de Ângelis
Psicografia: Divaldo Pereira Franco

sábado, 18 de junho de 2011

AMARGURA

"Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem." - Paulo. (HEBREUS, 12:15.)

Para bem servir ao Senhor, não é razoável marchemos ao longo do trabalho honroso à maneira de cooperadores lacrimosos e descontentes.

A mágoa, muitas vezes, traduz desconfiança e deslealdade.

O coração operoso e confiante nunca perde o otimismo, colocando-se, antes de tudo, à frente do Infinito e da Eternidade.

Há dificuldades e problemas?

Prossigamos em serviço e o Mestre Divino oferecer-nos-á a solução.

Há sombras?

Lembremo-nos de que não existem nuvens eternas, porque o Centro da Criação é Luz Imperecível.

Há quedas?

Estejamos convictos de que o reerguimento não se fará esperar.

O dever do trabalhador é continuar a tarefa que lhe foi conferida, tanto quanto a obrigação do servo fiel é marchar na realização do programa de quem lhe concedeu a bênção do serviço edificante.

Tenhamos em mente que, em favor do êxito geral de nosso esforço, é imprescindível o incessante combate às raízes de amargura no coração. Se brotarem livremente, serão venenosos arbustos, prejudicando a movimentação dos interesses coletivos de elevação e paz.

Guardemos reflexão e prudência, mas destruamos a amargura injustificável, para que não perturbemos a obra do Mestre e para que os nossos amados não se privem da graça de Deus.

Emmanuel
Do livro: Vinha de Luz

domingo, 22 de maio de 2011

ANJOS

ANJOS




Anjos
Beto Melo

Qual de nós não tem nenhum defeito?
Qual de nós não tem uma virtude?
Precisamos só achar um jeito
De suavizar o lado rude
Vamos ajudar-nos mutuamente
E somar as nossas qualidades
Pra fazer um mundo diferente
E tirar a força da maldade

Um dia todos nós seremos anjos
Vamos trabalhar e acreditar
E no futuro nós seremos anjos
No planeta onde o amor,
Unicamente o amor há de reinar
(E assim será)

A felicidade só começa
Quando cessam as desigualdades
Quando todos compartilham sonhos
E não usam mal a liberdade
Mestre falou: - Sede perfeitos
E nos ensinou esta lição
Que somente o amor será eterno
Nele está a nossa salvação


No livro O Céu e o Inferno, Kardec nos mostra como a Doutrina Espírita, dentro de sua visão racional, vê a questão dos Anjos:

"A Humanidade não se limita à Terra; habita inúmeros mundos que no
Espaço circulam; já habitou os desaparecidos, e habitará os que se formarem. Tendo-a
criado de toda a eternidade, Deus jamais cessa de criá-la. Muito antes que a Terra
existisse e por mais remota que a suponhamos, outros mundos havia, nos quais
Espíritos encarnados percorreram as mesmas fases que ora percorrem os de mais
recente formação, atingindo seu fim antes mesmo que houvéramos saído das mãos do
Criador.
De toda a eternidade tem havido, pois, puros Espíritos ou anjos; mas, como a
sua existência humana se passou num infinito passado, eis que os supomos como se
tivessem sido sempre anjos de todos os tempos.
Realiza-se assim a grande lei de unidade da Criação; Deus nunca esteve
inativo e sempre teve puros Espíritos, experimentados e esclarecidos, para transmissão
de suas ordens e direção do Universo, desde o governo dos mundos até os mais
ínfimos detalhes. Tampouco teve Deus necessidade de criar seres privilegiados,
isentos de obrigações; todos, antigos e novos, adquiriram suas posições na luta e por
mérito próprio; todos, enfim, são filhos de suas obras.
E, desse modo, completa-se com igualdade a soberana justiça do Criador."


(O Céu e o Inferno, Allan Kardec, cap. VIII)